'Um dia de monja, um dia de puta, um dia de Joplin, um dia de Tereza de Calcutá, um dia de merda'. - Caio Fernando Abreu
You can't fix me
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©Distorcida
“Eu não sinto absolutamente nada. Como posso ser tão vazia? Como posso estar tão incompleta? É tudo tão superficial. Tudo tão real.
A realidade ao extremo me transtorna. O palpável não me apetece, até por que, o alucinógeno é mais excitante.
No mundo irreal há desejo, adrenalina, fúria, espontaneidade.
Isso foge da minha rotina passiva, a minha tímida vida sem qualquer graça ou emoção. A correta e virtuosa vida de uma jovem pura e cheia de valores.
A jovem a qual me dá repulsa e que transmite orgulho a todos que a rodeiam.
Transmite clareza e limpeza, entretanto, por dentro, está tão sozinha, tão sem luz, tão sem motivos para continuar.
Se a esperança é a última que morre, considere-me morta.”
— Nayara Gilio Poloni (via dawnemotions)

“Virei escrava de minha própria consciência. Sou submissa do meu próprio eu. Condenada pela minha própria mente. Domada pela aparência. Sufocada pela razão.
Não existe beleza. Não existe nobreza. Não existe valor. Tudo o que me consome é a dor.
Não quero pena, compaixão. Muito menos violação da minha visão. Quero compreensão dentro da minha noção.
Aceitação da veracidade que me rodeia para enfim, compreenderem meu lamento de vulgaridade hostil.”
— Nayara Gilio Poloni (via dawnemotions)

“Virei escrava de minha própria consciência. Sou submissa do meu próprio eu. Condenada pela minha própria mente. Domada pela aparência. Sufocada pela razão.
Não existe beleza. Não existe nobreza. Não existe valor. Tudo o que me consome é a dor.
Não quero pena, compaixão. Muito menos violação da minha visão. Quero compreensão dentro da minha noção.
Aceitação da veracidade que me rodeia para enfim, compreenderem meu lamento de vulgaridade hostil.”
— Nayara Gilio Poloni (via dawnemotions)

“Frondosa, fria, formosa. Por trás dos pálidos traços, é apenas outra alma assustada.
Cortejada pelas piores criaturas. Invejada pelos mais puros espíritos. Ignorada pelos que mais ama.
Sonha alto sem medo da queda. Diz que não sente, mas ama incondicionalmente. Finge não sofrer, porém lágrimas traiçoeiras a traem durante a noite.
Ela não tem insônia, apenas pensa demais em quem não lembra dela. Ela detesta cada mania própria, cada pensamento que seja voltado egoistamente em prol de si.
Sim, ela se importa. Até mais do que com ela própria. Ela pode ser meio marrenta, entenda… É apenas para não demonstrar seu ciúmes.
Tem o poder de persuadir, por mais que não o use a seu favor. Possui tudo o que deseja, entretanto, prossegue insatisfeita.
Controla ao máximo sua busca por maturidade por medo de ser julgada.
Na realidade, ela controla a própria vida por temer ser apenas outro problema. No fim, ela é apenas um erro sem conserto.”
— Nayara Gilio Poloni (via dawnemotions)

“Frondosa, fria, formosa. Por trás dos pálidos traços, é apenas outra alma assustada.
Cortejada pelas piores criaturas. Invejada pelos mais puros espíritos. Ignorada pelos que mais ama.
Sonha alto sem medo da queda. Diz que não sente, mas ama incondicionalmente. Finge não sofrer, porém lágrimas traiçoeiras a traem durante a noite.
Ela não tem insônia, apenas pensa demais em quem não lembra dela. Ela detesta cada mania própria, cada pensamento que seja voltado egoistamente em prol de si.
Sim, ela se importa. Até mais do que com ela própria. Ela pode ser meio marrenta, entenda… É apenas para não demonstrar seu ciúmes.
Tem o poder de persuadir, por mais que não o use a seu favor. Possui tudo o que deseja, entretanto, prossegue insatisfeita.
Controla ao máximo sua busca por maturidade por medo de ser julgada.
Na realidade, ela controla a própria vida por temer ser apenas outro problema. No fim, ela é apenas um erro sem conserto.”
— Nayara Gilio Poloni (via dawnemotions)

“Ei, escuridão! Minha doce e companheira conhecida. O mais próximo que tenho de uma fidelidade amiga.
Conte-me, como anda sua rotina? Tão patética quanto a minha? Chegou ao ponto insuportável de não aturar mais os seres cegos?
Talvez tenha entendido que o problema da cegueira alheia seja vossa importuna presença. A companhia constante.
Algo que me custa aprender e entender.
Humildade bateu á porta e não consigo dar permissão para que adentre o meu eu. Não posso.
Não estou cega, apenas me nego a abrir os olhos.”
— Nayara Gilio Poloni (via dawnemotions)

“Crie um universo alternativo no qual você se orgulhe de quem é. Compartilhe este sonho com quem aceita a sua ilusão. Finja que sua existência é valorizada pelos demais. E ignore as risadas de quem se diverte da sua banal insignificância.”
— Nayara Gilio Poloni (via dawnemotions)

“Crie um universo alternativo no qual você se orgulhe de quem é. Compartilhe este sonho com quem aceita a sua ilusão. Finja que sua existência é valorizada pelos demais. E ignore as risadas de quem se diverte da sua banal insignificância.”
— Nayara Gilio Poloni (via dawnemotions)

“Tá, gosto dos magrelos!
Daqueles que andam com calça jeans puída, chinelo e uma camiseta larga. Daqueles que são despreocupados e aéreos. Aqueles com a aparência bela por si só. Que tem a mesma cara quando acordam ou quando saem.
Gosto dos magrelos!
Aqueles que adoram tirar sarro da gente com respostas inteligentes que nos deixam invocadas. Aqueles que gostam de te abraçar e ficar grudinho por uma tarde inteira apenas por estar ali.
Valorizo aqueles que se tornam atraentes pelo desleixo com as roupas e a preocupação com o corte de cabelo.
Gosto dos magrelos!
Daqueles tipos de cara que dão mais importância ao carinho, ao cérebro e a música do que aqueles que buscam músculos e glória. Os caras daquele jeito! Aqueles que gostam de arte e história! Que apreciam um bom filme antigo ou artigos sobre diversas culturas.
Gosto dos magrelos!
Daqueles meninos quietos que sabem o que falar na hora certa. Que sabem como agir. Daqueles que buscam o belo interior e que cheiram a mentex. Que amam por amar e sabem por saber. Dos que tem sabor de chocolate amargo.
Gosto de você.”
— Nayara Gilio Poloni (via dawnemotions)



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